terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Uma tarefa "espinhosa" ...


Não deixa de ser revelador que, sendo este governo, claramente, de uma incompetência e inabilidade atroz, sejam poucos os intervenientes políticos a exigirem a demissão do mesmo.

Deve-se ,esta inação,(quase) exclusivamente à “partidirite” e não ao propalado interesse nacional, que sairia lesado com eleições antes do final da legislatura.

Os partidos, mostram-se tementes a resultados eleitorais desastrosos, assim como também são sabedores de que, a austeridade será o caminho a seguir e evitam, o mais que podem, ficar associados a estes maus tempos, relegando , assim, o poder.

Neste campo, ressalta a liderança , aparentemente,  titubeante de José Seguro mas que nada mais é que uma liderança paciente e maturada, pois o PS sabe que não tem, grande, alternativa à austeridade e à contenção de gastos. Por ser mais ou menos austeridade decorrente de uma ausente ou presente negociação com a Troika, mas será sempre austeridade.

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