sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Do Asco ao Nojo

Há muito tempo que não havia, em Portugal, um governante tão PERIGOSO.
Este homem que no início parecia apenas politicamente ingénuo é um MAQUIAVÉLICO, provocador. 
Este homem é irritante no conteúdo, pelo que faz e na forma como o faz; pro

vocando com o ar mais tranquilo do mundo.

Provoca os parceiros de coligação ao anunciar medidas como «enorme aumento de impostos»;
Provoca o Presidente da República ao dizer que não tem «tempo para ler o Facebook»;

E digam lá, no meio disto tudo, e conhecendo esta personagem, não soa também a provocação quando o homem diz que os portugueses «são o melhor povo do mundo» ??

Esta semana, vem dizer que os portugueses exigem mais do Estado do que os impostos que pagam, fingindo esquecer–se que, o Estado por ele, é useiro e vezeiro em ROUBAR aos contribuintes aquilo que eles descontaram numa vida profissional inteira.




O que este homem provoca em mim, é ASCO. Puro NOJO.

Este homem é TEIMOSO, persistente, orgulhoso, vingativo e PERVERSO.

Há muito que não sentia por um político ou governante um sentimento tão perto do ÓDIO.
Quando MORRER- politicamente- vou abrir uma garrafa de champanhe, em comemoração do facto.









A puppet on a string…




Na 2.ª Guerra Mundial, nos países ocupados pelo III Reich Alemão, era instituído um Governo que adotava os interesses da Alemanha em situações políticas, económicas e estratégicas. Eram designados de “Estados Fantoche”.

Os mais conhecidos governantes desses estados, foram  Philippe Pétain na França de Vichy e Vidkun Quisling na Noruega.
Para esses personagens, utilizava-se o termo COLABORACIONISTA; um eufemismo para a palavra TRAIDOR.

Ângela Merkel, a putativa imperatriz da Europa do IV Reich, vem agora visitar o Estado mais ocidental da Europa e honrar o seu mais acérrimo colaboracionista, Passos Coelho, com uma célere visita.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A esperança é um empréstimo que fazemos à felicidade...



 ... Nestes tempos que correm. 
Tempos de crise, de desespero, de desgosto e de medo.

Desespero de quem já não tem dinheiro para assumir os seus mais básicos compromissos e necessidades básicas de sobrevivência. Desespero das pessoas desempregadas e sem previsão de poderem vir a deixar de o ser. Pessoas sem horizonte de esperança.

Desgosto por este país estar na situação em que está... 
Um país de suspeição e desconfiança, baseado em ardis, inverdades e manigâncias políticas e em que nunca se sabe o que está para vir.

Medo que se instalou e nos assombra a vida, trocando os sonhos de uma vida segura pelo pesadelo do desconhecido. Quase todos nós sentimos a crise e, se não a sentimos de modo pungente, conhecemos, certamente, alguém que passa por momentos de aflição e sentimo-nos constantemente desassossegados com receio que essa angústia nos venha, também, a atingir. E sentimos medo. Medo do que há de vir

Todos estes sentimentos de desesperança, são, ainda por cima, maximizados e empolados  por uma Comunicação Social que todos os dias nos “bombardeia” com notícias, parangonas e artigos com frases atormentadas sobre a crise e os seus efeitos.

Vivemos acima de tudo tempos de carência…
Carência de esperança.
Porque onde não há esperança, é difícil existir esforço.
Porque a esperança, por si só, já é uma felicidade, e a melhor que podemos sentir.
E porque podemos perder quase tudo menos a esperança porque quem perdeu a esperança perdeu também o medo e isso significa desespero.

Os povos vivem sobretudo de esperança.
As revoluções têm por objetivo substituir por esperanças novas as antigas que perderam a sua força.
De aí que seja necessário um discurso honesto de esperança.
Faltam estadistas, governantes com sabedoria e capacidade de liderança.
Gente com honra que cumpra os compromissos assumidos e prometidos e que, por isso, inspirem confiança, porque discursos de confiança só têm impacto se produzidos por gente que a inspire
Governantes, com ou sem passado académico, mas com experiência, porque o essencial é o conhecimento empírico.

Sabemos que em tempos difíceis se torna mais fácil fraquejar e desistir.
Mas tal como na evolução e adaptação das espécies, apenas os mais aptos sobreviverão, e os mais aptos não são, forçosamente, os mais ricos, os mais desonestos e os mais corruptos.
Quero acreditar que serão aqueles com mais Esperança.

Alguém disse que «a esperança é um empréstimo que fazemos à felicidade»
Numa época em que tanto se fala dos juros da dívida, eu não me importo de pagar mais juros, se estes forem sobre um empréstimo à esperança.



“ (…) We've got to hold on to what we've got
'Cause it doesn't make a difference
If we make it or not
We've got each other and that's a lot
For love - we'll give it a shot ”

“ We're half way there
Take my hand, we'll make it, I swear”

(excerto de: “Livin´on a prayer” dos Bon Jovi)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

A esticar a corda a ver se parte



 

Sempre que vejo o semblante de crispação meio-disfarçada de Passos Coelho, vejo ali alguém que tenta dissimular um mal-estar com o país e com os «ignorantes e piegas» dos portugueses que não perceberam os méritos das suas maravilhosas políticas "Gasparianas".

O Primeiro-ministro está primária e primeiramente arreliado com os portugueses que acusa de boicotar as suas medidas anteriores por terem começado a poupar e a consumir muito menos, reduzindo, por consequência, os impostos sobre o consumo, patrocinando assim, involuntária mas diretamente, a falência de muitas empresas e logo o aumento da despesa do Estado com os subsídios de desemprego.

Passos Coelho, já apelou para que, a «maioria silenciosa» que ele julgava existir, se manifestasse e declarasse ruidosamente o apoio às suas políticas. 
Só que, ou essa putativa maioria era mesmo a “putativa da loucura” ou, também ela, se passou para o lado da minoria ruidosa.

Passos Coelho sabe que já há muito perdeu as condições para governar e está a implorar que lhe aumentem o lume do fogão onde está a ser «cozido em lume brando». 

Passos Coelho continuará a "esticar a corda", nos seus discursos e atitudes, com o intuito de criar uma situação de tal forma insustentável que leve à sua demissão e à consequente vitimização por não o terem deixado trabalhar.

O maior problema, é que, a obstaculizar a vontade de Passos Coelho, está Cavaco Silva, o dormente inquilino de Belém;  o homem que, em tempos, quis que o deixassem trabalhar mas que, agora, não faz o seu trabalho.

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*putativo  (imaginário, que é reputado ser o que não é, suposto)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A caminho do novo Aunschluss *

 "Nós pensamos, e digo-o em nome de todo o Governo alemão, que podemos dar um passo no sentido de dar á Europa um verdadeiro direito de ingerência nos orçamentos nacionais, quando eles não respeitarem os limites fixados para a estabilidade e o crescimento"--Angela Merkel-


E aí está como assim, dito sem qualquer pejo,a Alemanha, se propõe destruir uma das bases fundamentais dos estados-membros; o Orçamento de Estado.

Ou seja, pretende-se que alguém, NÃO ELEITO, possa sobrepor-se 
aos representantes ELEITOS por cada país e decidir como deve ser o Orçamento de Estado.



Orçamento de Estado que, é “apenas”, onde se determina o que deve fazer um país com os recursos de uma comunidade, onde quer e pode aplicar os seus dinheiros.
Eis como a Alemanha, pé ante pé, se aproxima da implementação da DITADURA ECONÓMICA que pretende para a UNIÃO EUROPEIA.

Vamos continuar distraídos apenas porque muitos de nós apreciam os carros topo de gama alemães ????
Vamos deixar que isto sejam os primeiros "PASSOS" para um novo AUNSCHLUSS ??

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* AUNSCHLUSS ; anexação político-militar da Áustria por parte da Alemanha em 1938 e prelúdio da 2.ª Guerra Mundial

Os (des)animados e desalmados desistentes

" No colete-de-forças que nos é imposto pelo resgate não há espaço para ânimos fracos, estados de alma e profissionais da desistência, não há lugar para países imaginários” -Miguel Relvas-

CONCORDO com o senhor Ministro !!!

Ânimos FRACOS
Tem razão, não há espaço para ânimos fracos mas há espaço para os espíritos oportunistas, desonestos e untuosos, como o do senhor ministro;;

ESTADO DE ALMA
Tem razão; este não é um Estado de Alma, nem um Estado de Direito, é um Estado sem honra e sem rumo … é o estado a que chegámos,

Profissionais da DESISTÊNCIA
Tem razão, o próprio senhor é um exemplo disso; nunca desistiu de querer ser “Sôtor” e como percebeu que não o conquistaria pelo mérito e trabalho, conseguiu-o graças ao seu engenho, tornando-se um profissional da vigarice.

PAÍS IMAGINÁRIO
No país que eu imagino, seria considerado um ULTRAJE, o senhor Ministro continuar no seu cargo ou, sequer, voltar a exercer outra função pública qualquer.
No país que imagino, alguém o teria demitido já que o senhor não o fez.
No país que eu imagino, o senhor teria VERGONHA em sequer voltar a debitar palavra de tribuno.

Concordo em TUDO consigo.

O povo è sereno

Orçamento de Estado (OE) para 2013.

Afinal, ainda faltam dois meses para terminar 2012 e até lá, pode ser que, por OBRA E GRAÇA da vir
gem Maria as coisas mudem.

Se tudo continuar como aqui, se o governo não cair ou for demitido, se o OE-2013 se mantiver, tal como está, então os funcionários públicos festejarão o primeiro Natal sem subsídio e os privados despedir-se-ão do mesmo e todos nós, alegres e contentes, abriremos as garrafas de champanhe, atiraremos as serpentinas e comemoraremos, mais ou menos radiantes, muito ou nada ébrios, a entrada no ano de 2013.

No final de janeiro, a grande maioria de nós, ao olhar os recibos, ou o extrato bancário, constatará, com INCREDULIDADE, que, afinal, Gaspar, tinha- por uma vez- razão quando falou em “ENORME aumento de impostos” e que o que sobrou, chegará para aqueles com sorte, conseguirem garantir os seus COMPROMISSOS.

E aí instalar-se-á a confusão e o DESESPERO e voltará a INDIGNAÇÃO, as convocatórias para as manifestações de rua, o “isto assim não pode ser”, o “vamos partir isto tudo” e toda a ira inconsequente por um facto já consumado.

Por isso a URGÊNCIA está nestes dois meses que faltam até ao final do ano, porque é neste espaço temporal que terá que se encontrar outra solução, outro caminho.

E o caminho parece, cada vez mais, ser a queda ou a EXPULSÃO compulsiva deste governo.

Se continuarmos a achar que o pau ainda está longe das costas, a pancada vai doer com muito mais força!!!


Memória de Elefante

Tenhamos memória ...

Recordemos Passos Coelho quando dizia que não podia APROVAR o PEC IV por causa da dimensão da carga fiscal; 

Rememoremos Passos Coelho, quando ganhou as eleições dizendo que não iria deitar a CULPA para os anteriore

s governos;

Recapitulemos que o PSD foi o partido que mais fez para que tivéssemos de pedir ajuda à Troika;

Revivamos que o PSD era o partido que disse que sabia "exatamente" quais as GORDURAS que podia cortar;

Relembremos que o Orçamento de Estado de 2012 foi ,totalmente, concebido e executado pela dupla Passos/Gaspar e que todo o desvio se deve à INCOMPETÊNCIA de quem o executou;

Não esqueçamos que depois do FIASCO do OE de 2012 se pretende continuar a fazer o mesmo com o de 2013.

Ter memória é também ser-se HONESTO !

Assim a casa vem abaixo


O Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI)

Esta é mais uma medida que demonstra como este Ministro das Finanças, com tanto tempo passado fora do país, deixou de intuir a realidade estrutural da sociedade portuguesa, ou nunca a percebeu.

 Que o Ministro Gaspar não saiba que país é Portugal, até posso conceber, agora que o Primeiro-Ministro Coelho, que vive num apartamento em Massamá não lho consiga transmitir, isso é que não entendo.

É que bastariam dois pontos para se perceber a coisa:
1.º- Uma enorme parte dos proprietários ainda estão a pagar o empréstimo da habitação ao banco. Com os salários a descer e o IRS a aumentar, muitas famílias vão deixar de poder pagar o IMI e a prestação do banco, o mês que sobra no fim do dinheiro, não permite atender a tanta fatura;

2.º- Aos arrendatários dos prédios antigos a quem, durante décadas e décadas, apenas foi permitido, pelo Estado, cobrar rendas, pouco mais que meramente residuais, vê, esse mesmo Estado, aumentar o Imposto sobre os imóveis, sendo que esse aumento vai obrigar esses mesmos senhorios a refletir a carga na renda dos inquilinos, fazendo com que, automaticamente, o mercado de arrendamento fique mais caro deixando de ser opção  na aquisição de habitação.

Assim, de uma assentada, liquida-se o mercado de compra e venda de casas, que já estava em agonia, e o mercado de arrendamento que parecia estar a ser a alternativa que não fora décadas antes.

E assim, se produz mais uma medida que ajudará a liquidar este (des)Governo.
 Caso p´ra se dizer que é matar o Coelho com 2 cajadadas só

A Genética Alemã


A CONSPIRAÇÃO

A Alemanha, depois da reunificação alemã, e muito graças ao tratado de Maastricht- que transformou a Comunidade Europeia na atual União Europeia (UE)- cresceu exponencialmente porque lhe passou a ser permitido alargar os seus mercados e vender os seus produtos LIVREMENTE a países como Portugal.
Em concomitância, esse países, eram incentivados, a renovaram e modernizarem as suas agriculturas, pescas e indústrias. Na verdade, acabaram a arruinar esses setores.
Depois, por iniciativa alemã, a UE decidiu criar uma espécie de união monetária, que avançou sem o MÍNIMO CONTROLO e tendo como referência e farol o Marco alemão.
Começou assim a época do consumo em países- como Portugal-, que foram incentivados a fazê-lo, apesar de não terem meios para tal, mas a quem, nessa altura, foram concedidas FACILIDADES de crédito  ilusórias  para os levar a julgar que tinham.
Sabia e sabe a Alemanha que não existe na EU outro país – ou Estado membro- que a consiga igualar, ou sequer copiar, em tecnologia e indústria, assim como não há uma moeda que lhe faça CONCORRÊNCIA.
Hoje em dia, grande parte do dinheiro que financia a Alemanha, provém de capitais transferidos pelos países do sul para refúgios fiscais e de segurança como a Suíça. Para evitar a sobrevalorização da sua moeda, devido às grandes entradas de capital vindas dos países do sul da Europa – e que iriam retirar competitividade às suas exportações-, a Suíça fez, através de bancos nacionais, compras de dívida alemã no valor de milhares de milhões de euros.
É óbvio que a Alemanha convive bem com esta situação; os capitais que se desenvolveram com as erradas políticas de endividamento dos países do sul, estão a agora a ENGORDAR o país que mais lucrou com as exportações para esses países de exagerado consumo.
Ganha a Alemanha com o endividamento, e ganha a Alemanha com a crise.


A (des)UNIÃO A QUE CHEGÁMOS

A Alemanha e seus países satélites – Holanda e Finlândia- têm LUCRADO e muito com esta crise, financiam-se a juros muito baixos e "emprestam" a juros insuportáveis contribuindo, deste modo, para a impossibilidade de qualquer ajustamento sustentável por quem foi obrigado a ser resgatado e tornando desta forma, esses países, cada vez mais "germano dependentes" e, consequentemente, obrigados a aceitarem tudo o que se lhes impõe, sob pena de impossibilidade de financiamento às respetivas economias e estados.
Apesar disso, a estratégia alemã persiste em obrigar a redução da dívida dos estados-membros e não ao crescimento da economia desses estados.
Por outro lado, a Alemanha obstaculiza o federalismo, que poderia pôr todos os Países em pé de igualdade e já “lança a escada” ao próximo passo que é dar condições ao comissário europeu dos assuntos financeiros - o finlandês Olli Rehn- de poder vetar o orçamento de cada estado-membro.
A Alemanhaestá pois ,contra o federalismo, é avessa aos eurobounds e a uma coordenada integração cambial e financeira, defendendo inflexivelmente e ao invés, o seu Diktat..


DA (falsa) SOLIDARIEDADE E OUTRAS COISAS

A Alemanha é quem está menos interessada em que os países em dificuldade levantem a cabeça; está a ganhar com a desgraça dos outros, a nível externo e interno; com os empréstimos subsidia-se e internamente a situação serve para avisar os trabalhadores alemães e mantê-los sem reivindicações porque os empresários alemães, nessa eventualidade, sempre poderão relembrar que existem, na UE, outros países, com ordenados empobrecidos, e à míngua de trabalho, para onde poderão “deslocalizar” as suas empresas. 
A Alemanha vai conseguindo o seu desenvolvimento económico à custa do morticínio financeiro da Europa- atitude que, já no passado, lhe saiu cara- mas está determinada a continuar enquanto a deixarmos.
A Alemanha esquece-se que renasceu das cinzas da 2.ª Guerra Mundial à custa do “Plano Marshall” em que os juros que pagavam estavam indexados ao nível das suas exportações, o que lhes permitiu, ter o fôlego necessário para reconstruirem a sua economia: A UE deu mais uma ajuda para que se tornasse possível a reunificação alemã e deixou-os falhar sistematicamente o famoso pacto de estabilidade sem que lhes fossem cobrado coimas pelos constantes incumprimentos. A UE recebe agora, da Alemanha, a resposta dessa solidariedade; na forma de dinheiro emprestado a juros agiotas, com o beneficio alemão em juros negativos.
É por isto que, a Alemanha, que antes era um dos principais impulsionadores da União Europeia, está hoje transformada na sua pior inimiga.

O ADN ALEMÃO

A Alemanha não se emenda e acaba, mais tarde ou mais cedo, por voltar sempre ao mesmo.
Assim que se sentem, de novo revigorados, sobressai-lhes a inata sobranceria, e olham os outros povos como servidores inferiores.
É um complexo de superioridade ancestral herdado dos seus impiedosos e sanguinários ascendentes; os bárbaros germanos.
Está-lhes no sangue, na genética, ocasionalmente procurarem a litigância e o combate como forma de espezinhar os outros povos e, se não for pela guerra armada, será  pela “batalha económica”.
A Alemanha faz lembrar aqueles sinistros personagens dos filmes sobre a Máfia, em que há sempre um "amigo" agiota, disposto a ajudar.
O problema surge quando não se pode pagar os juros...
Um país que pede dinheiro emprestado com juros NEGATIVOS para depois ir com ele "ajudar" países em dificuldades cobrando 5 % de juros, não pode estar a contribuir para a harmonia europeia.
Existem muitas maneiras de invadir e ocupar um país; já o tentaram com as granadas de gases tóxicos na 1.ª guerra mundial, depois com os Panzer e as táticas blitzkrieg, sem respeito pelos civis, na 2.ª guerra mundial e acabaram por ser sempre derrotados em nome da liberdade e da democracia.
No final dessas contendas, a Europa sempre lhes deu uma palmadinha nas costas e disse, “o que lá vai, lá vai”.

O (des)NORTE DO GOVERNO PORTUGUÊS

Existe uma quantidade de idólatras do sucesso alemão, que consideram que Portugal deve aliar-se à Alemanha porque está a ser ajudado por ela.
Tal como décadas antes, fizeram os apoiantes de Hitler ou de Salazar, também agora estes reclamam que "apenas uma liderança forte na UE nos fará sair desta balbúrdia.
No início da 2.ª Guerra Mundial e quando os Panzer alemães pareciam varrer a Europa em rápidas conquistas, Salazar, o grande timoneiro português da época, inclinava-se a apoiar o III Reich. Quando a maré começou a mudar, procurou manter-se neutro e, no final da guerra, declarava já o seu apoio aos vencedores aliados sendo que tal “cata-ventismo” lhe foi, na altura perdoado.
Nesta guerra económica dos nossos dias, Passos Coelho é o “timoneiro de bússola magnetizada com o norte alemão" e constitui-se como um bom exemplo do servilismo bacoco que tem sustentado a Alemanha.

Algo está muito errado nesta Europa se não for possível uma mudança mas, quando  ela acontecer, desta vez, os aliados vencedores podem não nos querer no lote de vitoriosos.

O NERD


Quase todos nós, ao longo da nossa vida de estudante, conhecemos um “nerd” ...

O Nerd era aquele aluno dedicado, até ao ponto da obsessão, ao estudo e à descoberta de todo o saber TEÓRICO

O Nerd, não gostava de desporto, nem de “gajas", nem de nada da vida extra-curricular porque isso o distraía do conhecimento … teórico.

En consequência disso, ao Nerd, falta-lhe vivência e “mundo” e, porque não se integrou socialmente, carece de perceber a sociedade.

O Nerd vive numa bolha teórica em que o mundo passa a não ter varíáveis, nem condicionantes, nem … pessoas.





Alguns parecem débeis mentais, ninguém dá nada por eles quando os ouve. A voz é parada, esparvoada, chata. E, no entanto perigosíssima.

Plano de Empobrecimento Em Curso (PLEC )

Procedimentos

1.º  Sobe-se o principal Imposto sobre o consumo  (IVA) para diminuir o consumo das pessoas;
2.º Desce-se os salários reais subindo a taxação do Imposto sobre o Rendimento dessas pessoas (IRS);

O pouco rendimento que ainda resta  será usado para pagar aquilo que já é seu !?!
Ou seja, as pessoas irão aplicar as migalhas que lhes restam para manter algo pelo qual já pagaram -  ou continuam a pagar-  e pelo qual também já pagaram imposto e assim chegando ao procedimento seguinte;

3.º Tributa-se  o  património (IMI), indo, abruptamente,  àquilo que as pessoas mais prezam como seu, que é a habitação.

Já por si, todas as medidas são injustas mas, mesmo assim, poder-se-ia proceder à implementação das mesmas, de modo faseável, aplicando-as em separado e espaçadamente.
Fazê-lo rápido e concomitantemente é encher de pólvora um barril e colocar-lhe ainda um  pavio curto.

E espreitando de fósforo e lixa na mão está o extremismo.

Mudar os partidos


Suprimir os partidos sem, em consequência, entrarmos num DITADURA- do proletariado ou fascista não me parece possível, nem será aquilo que a maioria dos portugueses deseja.

Criar um novo partido, vindo de movimentos inorgânicos, agregador de díspares vontades e ideologias, parece-me, além de pouco eficaz, uma utopia. Logo, a mim o ideal parece-me cada um de nós ser MAIS CIDADÃO e intervir, participar e tentar MUDAR os partidos como eles estão hoje em dia.
As pessoas que dizem que a política não lhes interessa, estão a auto MARGINALIZAR-SE da vida pública.

Acredito que, o que o que há a fazer é, dentro dos partidos exercer a pressão necessária para mudar os COMPORTAMENTOS. 
É, cada cidadão bem intencionado e preocupado inscrever-se no partido político que está mais próximo do seu ideal e, lá dentro, faça o seu caminho no sentido de alterar o que está mal. 

Um partido não pode ser um antro de interesses e tráfico de influências ou uma "muleta" para saltos maiores.
Se, realmente, acreditamos, que os partidos estão contaminados pelo carreirismo, pelas cunhas, pelas juventudes e pelo compadrio, o que há a fazer é “invadir” esses partidos com ideias novas e com gente decente.

É cada um de nós filiar-se e INTERVIR em cidadania no partido que ideologicamente mais se identifica e "moralizá-lo" se for caso disso.
Melhores partidos significa MELHOR POLÍTICA e há que os inundar com gente séria, denunciando esquemas e fazendo a limpeza interna. 

Fora dos partidos, só há espaço para a conversa SEM CONSEQUÊNCIAS.

Um povo bem informado


A nível internacional há o problema da Sr.ª Merkel, do ESPARTILHO da União Europeia e do Euro e da globalização que levou os emergentes BRIC`s * a lixarem os decadentes “PIG`s”*

A nível nacional, o problema, são os atuais e os ex-políticos mas acima de tudo, NÓS !!!Sim, nós, aquilo a que chamamos o POVO.

E a primeira razão é a indiferença, APATIA e até o nojo com que nos relacionamos com a política e por conexão, com a forma como não queremos saber da gestão da “coisa” pública.

Para o comum português, o Estado é aquela organização abstrata, tida como “chupista” , que lhe vampiriza os ganhos através de impostos para depois proporcionar, estradas, escolas, hospitais, polícia, transportes e permitir aos ociosos – por vontade própria ou alheia- um rendimento mínimo e aos mais ou menos idosos e falsos ou verdadeiros reformados, uma miséria ou a gestão das suas fortunas.

Quanto ao modo de fazer isso, ou à forma como “ELES” o fazem, o comum do português não quer saber. Seja em outros tempos de abundância ou nestes de penúria, ELES é que têm de o resolver.Quanto muito, votámos e com o nosso voto, dando assim,  uma procuração a essa "gente" que, até achamos, no mais das vezes, incompetente e mentirosa mas desde que o mínimo não nos falte, a coisa lá vai indo.

Não existe exigência, ou crítica ou vigilância ativa porque isso é uma coisa chata e maçuda e é coisa "deles" e foi p´ra isso que afinal, nós votámos ... NELES !!!

Por outro lado, até somos um povo muito bem INFORMADO.
Além das intrigas das novelas, interessa-nos ainda, os jogos de futebol, os programas de debate sobre o mesmo futebol e uns imberbes fechados 3 meses numa casa.

Lemos o “Record”, “A Bola”, a” Caras”, a “VIP” e o “Correio da Manhã.” e vemos o "Secret Story" e é através desses interessantes "não-noticiadores" que formamos a nossa sapiência sobre as grandes questões nacionais e aí, sim, destes assuntos sabemos tudo; sabemos porque anda o Ronaldo Triste, Se o Hulk e o Witsel custaram o mesmo, se o Jorge Jesus vai de novo ser castigado, se a Luciana Abreu vai ter de vender o “Panamera”, se a "Fulana do fio dental" vai dar a queca com o "Sicrano da pila grande" ou de que forma foi morta a mulher do presidente da junta de “Agnosia* de cima” 

Não vamos longe assim…
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.*BRIC * Brasil, Rússia, India, China
* PIG –Portugal; Irlanda, Grécia
*Agnosia = ignorância; ausência de conhecimento