Orçamento de Estado (OE) para 2013.
Afinal, ainda faltam dois meses para terminar 2012 e até lá, pode ser que, por OBRA E GRAÇA da vir
gem Maria as coisas mudem.
Se tudo continuar como aqui, se o governo não cair ou for demitido, se o OE-2013 se mantiver, tal como está, então os funcionários públicos festejarão o primeiro Natal sem subsídio e os privados despedir-se-ão do mesmo e todos nós, alegres e contentes, abriremos as garrafas de champanhe, atiraremos as serpentinas e comemoraremos, mais ou menos radiantes, muito ou nada ébrios, a entrada no ano de 2013.
No final de janeiro, a grande maioria de nós, ao olhar os recibos, ou o extrato bancário, constatará, com INCREDULIDADE, que, afinal, Gaspar, tinha- por uma vez- razão quando falou em “ENORME aumento de impostos” e que o que sobrou, chegará para aqueles com sorte, conseguirem garantir os seus COMPROMISSOS.
E aí instalar-se-á a confusão e o DESESPERO e voltará a INDIGNAÇÃO, as convocatórias para as manifestações de rua, o “isto assim não pode ser”, o “vamos partir isto tudo” e toda a ira inconsequente por um facto já consumado.
Por isso a URGÊNCIA está nestes dois meses que faltam até ao final do ano, porque é neste espaço temporal que terá que se encontrar outra solução, outro caminho.
E o caminho parece, cada vez mais, ser a queda ou a EXPULSÃO compulsiva deste governo.
Se continuarmos a achar que o pau ainda está longe das costas, a pancada vai doer com muito mais força!!!
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