Suprimir os partidos sem, em consequência, entrarmos num DITADURA- do proletariado ou fascista não me parece possível, nem será aquilo que a maioria dos portugueses deseja.
Criar um novo partido, vindo de movimentos inorgânicos, agregador de díspares vontades e ideologias, parece-me, além de pouco eficaz, uma utopia. Logo, a mim o ideal parece-me cada um de nós ser MAIS CIDADÃO e intervir, participar e tentar MUDAR os partidos como eles estão hoje em dia.
As pessoas que dizem que a política não lhes interessa, estão a auto MARGINALIZAR-SE da vida pública.
Acredito que, o que o que há a fazer é, dentro dos partidos exercer a pressão necessária para mudar os COMPORTAMENTOS.
É, cada cidadão bem intencionado e preocupado inscrever-se no partido político que está mais próximo do seu ideal e, lá dentro, faça o seu caminho no sentido de alterar o que está mal.
Um partido não pode ser um antro de interesses e tráfico de influências ou uma "muleta" para saltos maiores.
Se, realmente, acreditamos, que os partidos estão contaminados pelo carreirismo, pelas cunhas, pelas juventudes e pelo compadrio, o que há a fazer é “invadir” esses partidos com ideias novas e com gente decente.
É cada um de nós filiar-se e INTERVIR em cidadania no partido que ideologicamente mais se identifica e "moralizá-lo" se for caso disso.
Melhores partidos significa MELHOR POLÍTICA e há que os inundar com gente séria, denunciando esquemas e fazendo a limpeza interna.
Fora dos partidos, só há espaço para a conversa SEM CONSEQUÊNCIAS.

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